terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Reunião Espacial

Com Raymundo Magalhães Júnior, Mauritônio Meira e Iuri Gagarin, por ocasião da visita do cosmonauta soviético ao Brasil, Rio, 1962. (Zélia Gattai)

Caetano e Betânia

A turma de Paloma e João, na Bahia, era formidável! Jovens inteligentes, sensíveis, alegres, sadios... Entre eles, Maria Betânia e Caetano Veloso, conhecidos como os meninos de dona canô e de seu Zeca de Santo Amaro da Purificação. De repente, começou-se a ouvir rumores de que os meninos Veloso eram bons de música: Caetano revelava-se um compositor de mão-cheia, um talento excepcional. Betânia estourou com sua voz inigualável em 1965 no Teatro Vila Velha, num programa semanal intitulado "Esta noite se Improvisa", onde o placo era franqueado a quem quisesse. Naquele sábado, Betânia entrou em cena e cantou Carcará, de João do Vale, e foi aquele entusiasmo da platéia, a aplaudir de pé a frágil menina de voz tão poderosa. Jamais esquecerei aquela noite. Hoje, conhecidos e amados tanto no Brasil como pelo mundo afora, os filhos de dona Canô e de seu Zeca continuam fiéis às suas raízes, na simplicidade, na personalidade dos que são realmente importantes. Nestas fotos vemos Maria Betânia com Jorge em Paris, 1986; Caetano Veloso com Jorge na casa do Rio Vermelho, Salvador, 1985. (Zélia Gattai)

Silvio Caldas, grande amigo

Com o cantor Sylvio Caldas, amigo de juventude, na casa do Rio Vermelho - 1965. (Zélia Gattai)

Casamento de João Gilberto e Astrud

João Gilberto e Jorge são autores de uma canção em parceria no filme adaptado de Seara Vermelha por Alberto d'Aversa. Exigente e responsável como ele é só na criação das suas músicas, Joãozinho varou noites a fio ao violão antes de se dar por satisfeito e dar por terminada a melodia do Lamento de Dalva. Jorge Amado no casamento de João Gilberto com Astrud, no Rio de Janeiro do qual fomos padrinhos. (Zélia Gattai)

Visita do maestro Tom Jobim

Com Tom Jobin, na casa do Rio Vermelho, no reveillon de 1984. (Zélia Gattai)

Jorge, Vinícius e... o inseparável copo!

Com Vinícius de Moraes, na casa do Rio Vermelho, 1979.

Jorge Amado escrevendo

Na varanda da casa do Rio Vermelho, com o gato Nacib, escrevendo Dona Flor - 1966. (Zélia Gattai)